
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
LIVRO: O PINTOR DEBAIXO DO LAVA-LOIÇAS

Texto da contracapa:
A liberdade, muitas vezes, acaba por sobreviver graças a espaços tão apertados quanto o lava-loiças de um fotógrafo. Esta é a história, baseada num episódio real, de um pintor eslovaco que nasceu no final do século XIX, no império Austro-Húngaro, que emigrou para os EUA e voltou a Bratislava e que, por causa do nazismo, teve de fugir para debaixo de um lava-loiças.
-- Para ganhar uma guerra -- disse Sors --, há duas condições: não morrer e não matar. É só nesse caso que se pode sair vitorioso de uma guerra.
Matej Soucek ria-se. Estava ali sem pensar em nada e apontava para a frente, contra o inimigos, e a sua vida fazia mais sentido de cada vez que disparava.
-- No final é que vamos ver, Sors. Quando isto acabar é que vamos ver quem sai vitorioso.
Algumas ilustrações do romance:



sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Livro: O Prazer da Leitura (FNAC/Teodolito)

O meu conto chama-se O Cavaleiro Ainda Persegue/ A Mesma Donzela. O livro é vendido a um preço simbólico de 4 euros, e a totalidade das receitas reverte para a AMI/Info Exclusão. Capa e ilustrações de António Jorge Gonçalves.
sábado, 26 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Livro: A Boneca de Kokoschka

O pintor Oskar Kokoschka estava tão apaixonado por Alma Mahler que, quando a relação acabou, mandou construir uma boneca, de tamanho real, com todos os pormenores da sua amada. A carta à fabricante de marionetas, que era acompanhada de vários desenhos com indicações para o seu fabrico, incluía quais as rugas da pele que ele achava imprescindíveis. Kokoschka, longe de esconder a sua paixão, passeava a boneca pela cidade e levava-a à ópera. Mas um dia, farto dela, partiu-lhe uma garrafa de vinho tinto na cabeça e a boneca foi para o lixo. Foi a partir daí que ela se tornou fundamental para o destino de várias pessoas que sobreviveram às quatro mil toneladas de bombas que caíram em Dresden durante a Segunda Guerra Mundial.
Fotografias de viagens que usei, neste livro, como separadores:




A capa é do Rui Rodrigues. As fotografias são minhas.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Livro: Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas

A minha doença está na página 420.
Off With the Head!

Ilustração de um texto que escrevi para a revista Alice. Pode ser lido aqui.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
OS LIVROS QUE DEVORARAM O MEU PAI

OS LIVROS QUE DEVORARAM O MEU PAI - A ESTRANHA E MÁGICA HISTÓRIA DE VIVALDO BONFIM (Ed. Caminho, Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009)
Sinopse:
Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Enciclopédia da Estória Universal

Texto da contracapa:
Este é um livro de factos - e de ficções, burlas, citações - esquecidos ou ignorados pela História e encruzilhados uns nos outros em forma de labirinto. Um espaço entre mordomos e coronéis, metáforas, mentiras, assassínios, deuses duplos, cabalistas fabulosos, ascetas hindus e narrativas absolutamente orientais.
«A matemática e a música são exactamente a mesma coisa (exceptuando, talvez, um ou outro sucesso pop). Todavia, num baile em Crotona, Pitágoras percebeu a atroz realidade. A música era capaz de fazer dançar a mais bela rústica, bem como a mais certeira pítia de Delfos. Feito que nunca conseguiria igualar exibindo o seu áspero teorema.»
«Quando se nasce, a nossa morte sai do túmulo, como nós do ventre. Devagar, corcunda e velha, contrasta com a nossa juventude. Nós somos crianças quando ela é uma velha enrugada, fraca e decrépita. E todos nós vamos envelhecendo enquanto ela vai rejuvenescendo. A certa altura da vida, os dois rostos, o nosso e o da nossa morte, cruzam-se e são iguais como num espelho. Acontece por volta dos trinta. Por isso, quando um homem antes de morrer vê a cara da morte, nesse trágico instante, ela tem a cara que nós tínhamos quando saltámos do ventre materno: uma cara de bebé recém-nascido.»
sexta-feira, 10 de julho de 2009
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Livro: A Carne de Deus

"Neste primeiro romance de Afonso Cruz, um thriller satírico e psicadélico, cheio de aventura e suspense, a Maçonaria encontra-se profundamente envolvida numa geometria criminosa, onde é revelado esse enigma nebuloso que tem sobrevivido nos cantos mais escuros da civilização: o consumo da Carne de Deus."
Crítica da revista LER:
"Conrado Fortes e Lola Benites são dois personagens que merecem futuro como investigadores -- e como repositórios de pequenas esquizofrenias ou manias. Afonso Cruz reúne outros personagens de mérito, numa galeria de loucos e de acontecimentos que surpreendem o leitor e lhe tiram o tapete, convocando organizações secretas, uma sólida e divertida cultura clássica, uma imaginação delirante e um conhecimento profundo da matéria religiosa. Um primeiro romance promissor."
Crítica da revista "Os Meus Livros":
"O livro de estreia de Afonso Cruz é uma sátira policial, repleta de boas tiradas, como o casamento entre Rigaut e a mulher, umas verdadeiras bodas alquímicas, um casamento entre o espírito e a matéria: ela com espírito de sacrifício e ele com matéria gorda. A imaginação faz-se sentir mais nas frases do que nas constantes reviravoltas da história (que percorre diversos países, até ao Brasil, onde tem lugar uma sequência magnífica sobre o candomblé, incluindo um diálogo indescritível). A própria metáfora do segredo perseguido remete para o dom maior do ser humano, a sua capacidade de imaginar e viajar nas asas do sonho, onde é bom andar sem norte. Até porque as leis são como as rotundas, são para contornar."




